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Educação Financeira nas Escolas

  • Foto do escritor: Alexander M Marques (AMM)
    Alexander M Marques (AMM)
  • 14 de abr. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 16 de abr. de 2025



O que você faria se recebesse 10 mil reais agora?


Correria para comprar um Iphone a fim de se prevenir de eventual aumento do preço por conta da guerra comercial entre China e Eua?


Pois bem. Você já parou para pensar em quantas coisas aprendemos na escola que nunca usamos na vida? E, por outro lado, o quanto o assunto dinheiro foi deixado de lado?



Esse é um erro da maioria das escolas:

Não ensinar educação financeira de forma prática e acessível.

Aprendemos muitas teorias, mas pouco sobre a vida real. A escola ensina matemática, português, ciências… Mas quase nunca ensina como lidar com o próprio dinheiro. Saímos do colégio sabendo resolver equações, mas sem ideia de como funciona um cartão de crédito ou o que é um orçamento pessoal.


O resultado?

Muitos jovens entram na vida adulta sem noção de:

🔅como economizar

🔅como evitar dívidas

🔅como investir e como se planejar financeiramente


Mas por que isso acontece?

A educação financeira ainda não é prioridade no currículo escolar. Muitos professores não foram preparados para ensinar esse tema. E, infelizmente, ainda existe um tabu: muita gente acha que falar de dinheiro com crianças e adolescentes é errado. Mas é exatamente o contrário.


O impacto é real.


Sem orientação, muitos jovens se endividam cedo. E acabam sofrendo com a falta de controle financeiro — algo que poderia ser evitado com um pouco de informação desde cedo.


Não sabem a diferença entre gastar e investir. Dinheiro foi feito para ser administrado. Existem despesas inadiáveis, como escola, luz, aluguel, entre outras. Há aquelas que são feitas desnecessariamente, movidas por impulsos, o que poderá levá-los a se endividar.


Para alcançar a liberdade financeira, você, a rigor, não precisaria de muito dinheiro. Se você tem despesas que giram em torno de 5 mil reais, por exemplo, ativos iguais ou superiores a essa monta já lhe dariam tranquilidade financeira.


Como diria Morgan House, Psicologia Financeira:


O suficiente não é pouco

A regra de ouro em finanças é: receita igual à despesa.


Assim, parte do que se ganha deve ser poupada em qualquer cenário. Isso pode ajudá-lo a conquistar seus objetivos mais rapidamente.

Não é dificil imaginar que se você intenta ter uma vida afortunada, os desafios, embora não impossíveis, exigem mais dedicação e disciplina para superá-los.


Outro ponto a ser levado em consideração é o psicológico. Ele poderá sabotar todo seu planejamento financeiro. Aquela comprinha por impulso deve, a qualquer custo, ser evitada. Gastar por gastar, inevitavelmente, impactará seu orçamento.

Existe diferença entre querer e precisar.

Ou seja: viver um degrau abaixo, controlar dívidas e gerar rendimentos e investi-los vão fazer com que você tenha superávit e alcance seu propósito.



O que deveria ser ensinado nas escolas?


🔅Como montar um orçamento simples.

🔅 A importância de poupar.

🔅O que é crédito e quais são seus riscos.

🔅Como funciona o consumo consciente.

🔅 Como investir com segurança.


Tudo isso pode (e deve) ser ensinado de forma divertida e prática. Com jogos, histórias, desafios e exemplos do dia a dia.


A mudança começa agora

Enquanto isso não acontece de forma ampla nas escolas, a gente pode começar em casa.

Pais, mães, responsáveis e até educadores informais podem fazer a diferença.


E se você chegou até aqui, já deu o primeiro passo: buscar informação.

Continue aprendendo. Compartilhe com quem precisa.

Educação financeira transforma vidas — e pode começar com pequenas atitudes.


InvistAMM


 
 
 

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